Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre tributação, recuperação de impostos, BPO financeiro, regimes tributários e estruturação de empresas.
Tom Knauf é contador, MBA em Planejamento Tributário, com mais de 26 anos de atuação. Já estruturou +200 empresas e atendeu +1.600 clientes em todo o Brasil. Atua como consultor em inteligência tributária, contábil e financeira para empresas que exigem precisão técnica e segurança jurídica.
Sim. Atendemos empresas de todos os estados brasileiros de forma 100% digital. Planejamento tributário, recuperação de impostos, BPO financeiro e compliance fiscal são realizados remotamente com a mesma qualidade e atenção personalizada — independentemente da cidade onde sua empresa está localizada.
É uma conversa de 30 a 45 minutos, online, em que analisamos a situação fiscal e financeira atual da sua empresa, identificamos oportunidades de economia e apresentamos um plano de ação personalizado. Totalmente gratuito e sem compromisso. Para agendar, basta usar o botão de agendamento ou WhatsApp.
Atendemos desde pequenas empresas (Simples Nacional) até médias e grandes (Lucro Presumido e Real). Boa parte do trabalho é com empresas que faturam entre R$ 100 mil e R$ 30 milhões/ano, geralmente em comércio, serviços, saúde, indústria, construção e tecnologia.
Para serviços recorrentes (BPO, contabilidade consultiva, planejamento), trabalhamos com mensalidades fechadas após o diagnóstico. Para recuperação tributária, a regra é success fee: 20% a 30% do crédito efetivamente recuperado, pago apenas após a homologação. Sem êxito, sem cobrança.
Planejamento tributário é um conjunto de estratégias legais que estrutura as operações da empresa para pagar menos impostos. Inclui escolha do regime ideal (Simples, Presumido ou Real), uso correto de créditos, aproveitamento de incentivos e reorganização societária quando necessário. Empresas bem assessoradas economizam de 15% a 35% da carga tributária.
O Simples Nacional é unificado com alíquotas progressivas, indicado para receitas até R$ 4,8 milhões/ano. O Lucro Presumido aplica margem de lucro presumida pela Receita para calcular IRPJ e CSLL, vantajoso para empresas com boa margem real. O Lucro Real tributa o lucro contábil efetivo, obrigatório acima de R$ 78 milhões e vantajoso quando há prejuízo ou margem baixa. A escolha certa pode gerar economia de 5% a 15% ao ano.
Quando a margem real de lucro é menor que a presunção (ex: serviços com presunção de 32% e margem real de 15%) ou quando a empresa tem créditos relevantes de PIS/COFINS, ICMS, IPI no regime não-cumulativo. Análise comparativa precisa ser feita anualmente, antes de janeiro, pois a opção é irretratável no exercício.
Fator R = folha de salários (12 meses) ÷ receita bruta (12 meses). Quando atinge 28% ou mais, atividades do Anexo V migram para o Anexo III, com alíquotas significativamente menores. Aplica-se principalmente a serviços profissionais (médicos, advogados, engenheiros, TI sem Fator R, etc.).
R$ 4.800.000 anuais. Para MEI, o limite é R$ 81.000 anuais. Acima desses valores, a empresa precisa migrar para Lucro Presumido ou Lucro Real.
Aplica-se um percentual de presunção sobre a receita bruta trimestral (8% para comércio/indústria, 32% para serviços), obtendo a base de cálculo. Sobre essa base incidem 15% de IRPJ + 10% de adicional sobre o que exceder R$ 60.000 no trimestre.
É o processo de identificar e reaver impostos pagos indevidamente ou a maior nos últimos 5 anos (prescrição quinquenal — art. 168 CTN). Ocorre por erros na apuração, classificação fiscal incorreta, alíquotas erradas ou benefícios não utilizados. Os valores podem ser compensados com tributos futuros ou restituídos. Em média, nossos clientes recuperam entre R$ 50 mil e R$ 500 mil.
1) Tese do Século (RE 574.706): exclusão do ICMS da base do PIS/COFINS — Lucro Presumido e Real. 2) INSS sobre verbas indenizatórias (Súmula 467 STJ): férias indenizadas, terço constitucional, aviso prévio. 3) Simples Nacional pago em duplicidade. 4) ICMS-ST quando preço final é menor que pauta (RE 593.849). 5) ICMS sobre demanda contratada de energia (Súmula 391 STJ).
Trabalhamos exclusivamente com success fee — 20% a 30% do crédito efetivamente recuperado, pago apenas após a homologação. Sem êxito, sem cobrança. A análise inicial e o diagnóstico são gratuitos.
Pode, em casos específicos: pagamento em duplicidade, erro de enquadramento de anexo (ex: pagou no V quando deveria estar no III pelo Fator R), ICMS-ST recolhido em produtos já tributados na origem, PIS/COFINS retidos em pagamentos quando não eram devidos. As janelas são menores que no Presumido/Real, mas existem.
BPO Financeiro (Business Process Outsourcing) é a terceirização completa da gestão financeira: contas a pagar e receber, conciliação bancária, fluxo de caixa, DRE e relatórios gerenciais. Beneficia principalmente empresas de médio porte que precisam de um CFO estruturado sem o custo de um profissional dedicado. Resultado: maior controle, menos erros e decisões baseadas em dados.
A contabilidade tradicional cumpre obrigações acessórias (SPED, ECD, ECF, declarações). A consultiva entrega análise: relatórios gerenciais, DRE comparativa, indicadores de margem, fluxo de caixa projetado e recomendações estratégicas. Trabalhamos as duas frentes integradas — sem separação.
Sim. É comum começarmos como consultoria estratégica e auditoria sobre o trabalho do contador atual, identificando oportunidades sem a necessidade de troca. Se em algum momento fizer sentido consolidar, fazemos a transição com zero ruído operacional.
Para salários acima de R$ 8.000 brutos, a PJ tipicamente entrega 20% a 40% mais líquido por mês — desde que a empresa contratante pague pelo menos 30% acima do salário CLT bruto para compensar perda de FGTS, 13º, férias e estabilidade. Profissionais de TI, saúde e consultoria são os maiores beneficiados.
Sem FGTS automático, sem 13º, sem férias remuneradas, sem aviso prévio, sem seguro-desemprego e necessidade de contribuir individualmente para INSS (visando aposentadoria). É essencial poupar mensalmente o equivalente a 1/12 do faturamento como reserva.
Sim, desde que sejam atividades distintas e não haja pejotização (substituir o vínculo CLT por PJ na mesma função para o mesmo empregador). Pejotização identificada pela Receita ou Justiça do Trabalho gera autuações tributárias e trabalhistas.
Sociedade Simples ou Empresário Individual (EI), CNAE compatível com Anexo III do Simples ou condições para Fator R, pró-labore no mínimo legal (R$ 1.518 em 2026, contribuição reduzida ao INSS) e distribuição do excedente como lucro isento de IR. Fazemos a estruturação completa em 7 a 15 dias úteis.
Agende um diagnóstico gratuito de 30 minutos ou mande mensagem no WhatsApp — respondemos pessoalmente.